23/04/2011

Nada mais



Fecho os olhos e imagino

O som dos pássaros, o céu azul, a lua.

E percebo que não terei mais isto para mim,

Olho pelas grades desta prisão e choro de saudade.

Hoje, não mais tenho o sorriso que me destacava,

Nem o brilho particular que possuía,

Sinto uma tristeza enorme a me consumir,

Aquela que assola que marca que te tira

A cabeça, que te joga no chão sem perdão.



Oh... Pudera os deuses me darem o perdão?

Pudera Deus me dar à mão

Cada dia sinto a falta do que não fiz,

Do tempo que não perdi, e daquilo que não falei.

Olho pelas grades desta prisão,

Esta prisão de tristeza onde eu mesmo sou o juiz o guarda e carcereiro

Onde minha sentença eu já consumei.

Patrick ruan

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