
Fecho os olhos e imagino
O som dos pássaros, o céu azul, a lua.
E percebo que não terei mais isto para mim,
Olho pelas grades desta prisão e choro de saudade.
Hoje, não mais tenho o sorriso que me destacava,
Nem o brilho particular que possuía,
Sinto uma tristeza enorme a me consumir,
Aquela que assola que marca que te tira
A cabeça, que te joga no chão sem perdão.
Oh... Pudera os deuses me darem o perdão?
Pudera Deus me dar à mão
Cada dia sinto a falta do que não fiz,
Do tempo que não perdi, e daquilo que não falei.
Olho pelas grades desta prisão,
Esta prisão de tristeza onde eu mesmo sou o juiz o guarda e carcereiro
Onde minha sentença eu já consumei.
Patrick ruan
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